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Casa-Museu de José Relvas

Museu Nacional Machado Castro

Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa
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A segunda
época corresponde à industrialização dos Arraiolos e ao seu auge.
Ao estabelecer-se a indústria, os desenhos com
motivos orientais começam a desaparecer, produzindo-se a genuinidade e
simplicidade nos motivos. Estes eram inspirados nas chitas, estampadas da
época, cujas composições surgem da criatividade das bordadeiras (não
deixando perder o mérito como arte popular).
No séc. XVIII, segundo as referencias existentes em
documentação, os tapetes de Arraiolos agrupam-se em três tipos de
padronagem :
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1 - Padrão de Ramagens:
Com alguma influencia oriental nos motivos florais... O campo é
preenchido por ramagens que partem da cabeceira e dos lados,
apresentam-se no meio da composição, desprovido de ornato central.
O colorido da folhagem era feito às riscas, em dois tons de
azul sobre fundo amarelo.
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2 - Padrão Geométrico:
Ornamentação em dois tons de azul e amarelo sobre fundo
primitivamente encarnado...
Existem desenhos com modelos geométricos que fazem recordar os
azulejos da segunda metade do séc XVIII.
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3 - Padrão Floral: A
policromia transforma-se com o desenho; os campos dos tapetes mantêm
o fundo encarnado, outros azul escuro ou claro, assim como verde
escuro ou verde alface, e o tom castanho ou cor de pulga.
Esta renovação acompanha o gosto
da época.
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